segunda-feira, 12 de setembro de 2011

III Campeonato do Conhecimento - 11 de Setembro de 2011




Em dia da recordação dos atentados contra o World Trade Center, cumpriu-se a terceira edição do campeonato do conhecimento. Depois de um interregno de um ano, a prova surgiu nos mesmos moldes da última, se bem que desta vez com alteração do local. Desta feita, o sítio escolhido foi o antigo refeitório do mosteiro de Bustelo, um local que apesar das agruras que o tempo lhe impregna nas paredes, é sempre evocativo da história e da evolução. Apresentaram-se a concurso seis equipas, e depois de mais de duas horas de intensa actividade onde os conhecimentos e perspicácia foram postos à prova, eis os resultados finais:


6º LUGAR - TROIKA + 1: 80 PONTOS - a equipa mais jovem da prova não se intimidou por esse facto e encorajadamente lutou pelos pontos em disputa. A boa disposição e descontracção das concorrentes rapidamente contagiou os restantes participantes.


5º LUGAR - OS MOCHOS: 170 PONTOS - em cima da hora "desenrascaram" o quarto elemento e a sorte ditou que seriam os primeiros a jogar. Jogaram despreocupados e com espírito folgazão e assentaram no quinto lugar.


4º LUGAR - FMI (Família Muito Inteligente): 270 PONTOS - por uma unha negra não subiram ao pódio. De facto a luta pelo primeiro lugar começou logo aqui, numa distribuição renhidíssima pelos lugares cimeiros como se vê pelas pontuações das equipas.

3º LUGAR - 3L + D: 280 PONTOS - empatados com os segundos classificados, caíram para o terceiro posto na questão de desempate. Fugindo aqui à norma de não individualizar ninguém, certo que todos compreenderão, deixo uma especial saudação à Célia, que desta vez actuou do lado de lá. Foi estranho!

2º LUGAR - 911: 280 PONTOS - vindos de Abragão e Alpendorada, na estreia em provas oficiais AJB, entraram de rompante e quase reservaram o primeiro lugar, naquela que foi uma prestação auspiciosa.

1º LUGAR - OS ANDRADES: 300 PONTOS - finalmente! É caso para dizer. Depois de duas "pratas" no II Campeonato do Conhecimento e no I Peddy Paper Nocturno, desta vez chegaram ao lugar cimeiro do pódio. À terceira foi de vez, dirão. Prémio merecido, não tão só pela boa exibição mas também pela perseverança.

Em jeito de conclusão, viveu-se uma tarde agradável onde as equipas souberam ser dignas adversárias e sempre desportivistas. Para todas elas o nosso franco reconhecimento! De registo ainda o agradecimento ao senhor Presidente da Junta pela importante ajuda que mais uma vez nos reservou.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

III Campeonato do Conhecimento

Já está em marcha a preparação do III Campeonato do Conhecimento.
Atreve-te e... inscreve-te!


sábado, 30 de abril de 2011

O Aqueduto - 15ª edição

Esgotou em poucas horas a distribuição do nosso "O Aqueduto". Com uma publicação virada para a romaria da Senhora da Saúde, o boletim entrou já no noitavo ano de existência!!!

Senhora da Saúde 2011

A romaria que mais identifica Bustelo aconteceu, este ano, no dia 25 de Abril. A AJB associou-se a este fenómeno cultural e religioso montando em pleno arraial uma pequena mostra da nossa actividade em que foi priveligiada a interacção com quem passava. Para além de ser possível a obtenção dos números atrasados e presentes d' O Aqueduto, havia jogos antigos e modernos (desde o tradicional jogo da bilharda ao jogo de paciência de contornar um fio eléctrico) e algo com que adoçar o apetite. Uma iniciativa interessante e que enriqueceu de certeza quem passou e quem acolheu.

terça-feira, 19 de abril de 2011

O Aqueduto


Depois de alguns meses de ter saído em papel, agora o registo no blog da décima quarta edição absoluta do nosso boletim. E quando está para breve uma nova edição...

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Associação Jovens de Bustelo no 4ºEncontro de Mostra Associativa Juvenis


No fim-de-semana de 20 e 21 de Novembro de 2010, a AJB participou em mais um encontro de mostra de associações juvenis que se realizou no Pavilhão Municipal da cidade de Chaves. O EMAX é uma congregação da Federação Nacional de Associações Juvenis com a Xunta Autónoma da Galicia da qual se pretende a exposição aberta de associações jovens e ao efectuá-la em conjunto se some a troca de experiências tão importante para a neo-formação de associações e sobretudo para a evolução de associações já existentes. A Associação de Jovens de Bustelo não se inibiu face ao frio sazonal transmontano ou à distância, e prestou-se à exposição internacional da funcionalidade, dos objectivos cumpridos e traçados deste grupo de jovens associados. A área de exposição da AJB contou com a decoração a rigor com cartazes fotográficos e publicitários já usados nas actividades desenvolvidas, a bandeira ilustre da Associação e também com um slide show videoprojectado de fotografias magníficas das várias maravilhas da freguesia de Bustelo. Foi desenvolvido com os visitantes várias actividades recreativas à semelhança de actividades desenvolvidas, são exemplo o Campeonato de Conhecimento, Jogo dos Sentidos e Jogos de Reflexo. À mesa serviu-se Sopa Seca aos visitantes e fez assim saborear um pouco de Penafiel, assim como com os jogos espalhar sorrisos de entre os participantes e assistentes. O EMAX foi indubitavelmente um sucesso e cumpriu claramente os objectivos, ficando mais uma marca super positiva da Associação de Jovens de Bustelo a um nível luso-espanhol.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Fim de linha em Amarante...



Começo por dizer que é perfeitamente possível que as linhas que se seguem não sejam isentas. Já o disse e repito: acho que não consigo ser imparcial, mas darei contudo a minha opinião.
Depois de passarmos no festival vicarial da canção jovem fomos ao festival de zona, realizado no dia 18 de Setembro em Amarante. Cinco canções iriam a concurso, e sabíamos das dificuldades acrescidas em seguir em frente. Contudo acreditámos sempre. Afinal "A nossa fé" não morria assim tão facilmente. Encaixámos nas agendas de cada músico e cantor os ensaios possíveis nas duas semanas entre os festivais, afinámos pormenores e, chegados ao dia, após umas boas horas de trabalho somadas, tínhamos a plena convicção que a canção estava bem melhor!
Pessoalmente, desconhecendo, antes da prova, as outras músicas a concurso (à excepção da de Fonte Arcada), mas ouvindo comentários abonatórios de todas elas, levava para o espectáculo a expectativa em baixa, mas depois de ouvir todas as músicas no concurso foi como se levasse uma injecção de ânimo instantânea. Não trocaria a nossa canção por nenhuma outra. A nossa actuação foi muito boa, seria difícil de fazermos melhor, e a interacção com o público notou-se a partir do primeiro instante! Desde a apresentação em palco à actuação bem disposta mas séria, toda a nossa prova foi desenhada em tons sublimes e determinados. A satisfação no final da prestação espelhava no rosto de cada um de nós, tanto nos que actuaram como nos que assistiram, todos em perfeita sintonia! Desde logo me convenci que merecíamos passar, mesmo alertado pelos companheiros que destacavam qualidades técnicas inquestionáveis de alguns grupos, tinha a convicção daquilo que representava a nossa actuação.
Não sou entendido em música, mas sei o que a música significa para uma sociedade, conheço-lhe a dimensão social e sei o que se pretende num festival deste tipo. Daí que mantenha firme a minha ideia de que a nossa canção agarrou o público, mostrou-lhe a mensagem que o tema exigia e foi com eles para casa. Acho que não falhámos esse objectivo. (Alguém me prova o contrário?)
Porém não passámos. A escolha do juri recaiu na canção de Felgueiras e na de Fonte Arcada (Penafiel / Castelo de Paiva). A escolha teve, por certo, critérios credíveis e fundados (todavia não são públicos), independentemente das discordâncias de uns e outros, e sem dúvida que as canções eleitas têm muito valor. E essa é uma responsabilidade que o juri terá de assumir.
Porém, em critérios que eu julgava serem os mais importantes, obtínhamos concerteza pontuação alta. Foi com base nesses critérios que elaboramos letra música, foi nesses critérios que fomos juntando e unindo pessoas em torno do projecto, foi subjacente a esses critérios que um grupo se projectou, aproveitando o que cada um tinha, trabalhando e doando-se, com recursos humildes, mas uma enorme capacidade de superação.
Concluo, portanto, que a interpretação que fizemos do regulamento do Festival não foi a mais feliz. Ao invés da valorização do trabalho e superação colectiva em torno de um objectivo, penso que foi mais valorizado o tecnicismo adquirido, e contra isso nada poderíamos fazer. Mais, talvez nem valesse a pena concorrer! Mas valeu, porque o espírito que se foi achando e desenvolvendo entre nós superou todas as vitórias que poderíamos alcançar. Prova disso foi a nossa animação continuada no final da festa, conhecido o desfecho, fazendo demonstrar o desportivismo que nos caracteriza.
Ao terminar, três observações. Primeiro, o agradecimento sincero a todos os que se envolveram a fundo neste projecto e que honraram muito bem o nosso nome. Depois um grande bem haja aos muitos apoiantes que nos brindaram com a sua presença em Amarante e um obrigado especial à Junta de Freguesia pela colaboração e apoio. Por fim, deixo os meus votos pessoais e, creio, de todos nós, para que as duas representantes da Zona Nascente sejam felizes no Festival Diocesano.