sábado, 14 de fevereiro de 2009

3.º EMAX – Santiago de Compostela – 6, 7 e 8 de Fevereiro


Pela primeira vez expusemos aquilo que fazemos. Aconteceu no 3º EMAX (Encontro e Mostra Associativa Xuvenil – Norte de Portugal / Galiza) em Santiago de Compostela.
A defesa e promoção do património e a animação cultural foram os pontos centrais da nossa exposição.
Como não podia deixar de ser, desde logo registamos a franca parceria com os amigos da “A. R. C. Pias”. Partilhamos com eles a audição do relato exibicionista e interminável no autocarro e, talvez por solidariedade com o “povo de Lousada” por esse azarado infortúnio (desculpem-me o pleonasmo, mas quem ouviu sabe que não é exagerado), acabamos por chegar à fala e partilhar o restante fim-de-semana. Dividimos, inclusivamente, o stand que nos coube, construindo em plena Galiza uma simulação geográfica da vizinhança efectiva dos dois concelhos que representávamos: Lousada e Penafiel. Os dois galhardetes na mesa central brindavam essa singular coincidência.
A mostra foi muito pedagógica e bastante participada deixando denotar o entendimento sincero entre as regiões da Galiza e do Norte de Portugal, com lugar à observação das aproximações culturais e humanas.
Quanto à animação que esta mostra proporcionou, ocorre-me de forma muito sucinta a “fome insaciável” de uns, a dificuldade em adormecer de outros (condicionada, pois claro), e as narrações dos que aproveitaram a noite de Sábado para ouvir declamações de poesia (muito eruditos, os nossos colegas). Caricatos foram os episódios das “quatro febras” na prometedora animação nocturna do Monte do Gozo e do pintor (se não era, parecia) que indicou a direcção da paragem do autocarro no Domingo de manhã… Autocarro que nos levou ao cerne de Santiago: a catedral dedicada ao apóstolo Tiago Maior. Pena a chuva não ceder, mas deu para contemplar a belíssima fachada barroca do Obradoiro e para uma curta visita ao seu interior. Não houve tempo para mais.
A tarde cinzenta de domingo de regresso a casa significava bem o cansaço…
“Bedabedadebaaaa…”

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

I CAMPEONATO DO CONHECIMENTO – Mosteiro de Bustelo, 7 de Setembro de 2008


Desportivismo e Jovialidade foram os ingredientes principais de uma tarde onde a cultura foi rainha.
O primeiro campeonato do conhecimento organizado pela Associação Jovens de Bustelo resumiu-se a um saudável convívio onde os participantes puderam mostrar a sua abundância de faculdades e pôr à prova a sua perspicácia. O envolvimento do local: o claustro setecentista do mosteiro de Bustelo não podia ser mais propício à actividade. As oito equipas estiveram a um bom nível, acabando por ser bastante renhida a luta pelos lugares cimeiros.
Fazendo uma pequena abordagem a cada conjunto, eis o que se pode dizer sobre cada actuação:


VDLP (154 pontos): Porque os últimos são os primeiros, não tem que desesperar esta equipa, que tinha a média de idades mais jovem. Talvez fosse mesmo a juventude a traí-la, mas pautaram a sua participação por um grande espírito desportivista.
NADA (266 pontos): campeões da simpatia do público, o grupo que não tinha nome para dar à equipa acabou por estar a um bom nível empolgando toda a gente.
PATRÍCIOS (314 pontos): mesmo reduzidos a três elementos a meio do encontro (que não por expulsão, mas por imprevistos inadiáveis) conseguiram uma boa prestação ao atingir o sexto lugar da geral.
SENA (325 pontos): Vinda da freguesia de Croca, esta jovem equipa regulou a sua actuação por uma grande serenidade e boa-disposição. O resultado está à vista: quinto lugar.
CAÇOILOS (331 pontos): Equipa muito forte na primeira fase, acabou por ceder nas outras duas. No entanto, uma excelente participação com grande sentido de determinação e lealdade.
TAVEIRINHAS (361 pontos): Primeira vaga do pódio para os campeões da primeira fase, que fizeram o pleno por duas vezes, nas áreas de “Incógnita” e “Desporto”, onde jogaram o Joker. A segunda fase acabaria por determinar o afastamento da luta pelo primeiro lugar.
IS (420 pontos): Só no fim revelaram o que significava a sigla que lhes dava o nome: Instrução e Saber, segundo os próprios, as fontes do conhecimento. Também oriundos de Croca, conseguiram um surpreendente segundo lugar, sobretudo depois de uma classificação modesta na primeira fase. Foi, no entanto, nas fases seguintes que mostraram ao que iam, arrebatando a totalidade dos pontos possíveis na segunda e ficando um único ponto abaixo dos melhores classificados na terceira.
PIMPOLHOS (481 pontos): Campeões do Primeiro Campeonato do Conhecimento. A boa prestação da primeira fase conseguiu ser superada pela excelente actuação nas duas seguintes, onde conseguiram acertar tudo na segunda e angariar mais pontos que todos os outros na terceira. Muita determinação e focagem nos pontos estratégicos acabaram por ser fulcrais e valer a vitória. Prémio merecido.

No entanto, os vencedores foram todos. Pelo envolvimento colectivo no objectivo da dinamização cultural. Bem-haja!

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

I Campeonato do conhecimento


A Associação Jovens de Bustelo organiza no próximo dia 7 de Setembro pelas 15h00 o “I Campeonato do Conhecimento” no Mosteiro de Bustelo (Penafiel).


Em jeito de competição, equipas de quatro amigos tentarão arrecadar o prémio de vencedor respondendo acertadamente a questões de cultura geral e desembaraçando-se com sagacidade em actividades de perspicácia.


Espera-se um ambiente jovial e saudável num espaço convidativo ao mergulho em páginas de história e cultura.


Dia 7 de Setembro contamos convosco! (Mais informações em aqueduto@tugamail.com).

segunda-feira, 3 de março de 2008

SERRA DA ESTRELA: 1 e 2 de Março de 2008


A culpa foi do brasileiro. Sim, porque se ele tivesse entregue o baralho a quem o pediu e não “ao cara” na recepção, tudo seria diferente. Ter-se-ia evitado que a mistura heterogénea caísse do lado esquerdo e que a algazarra invadisse o descanso. Foi um mero pormenor que fez toda a diferença. E que coroou um fantástico fim-de-semana.
A neve estava lá. Com a dúvida a atormentar a ida e a transformar-se na certeza que não comparecia à medida que os motores trepavam as escarpas do maciço, o branco que finalmente despontou entre os penedos mais alçados provocou um estoiro de satisfação.
De facto, o tempo foi um aliado. Além das extraordinárias pistas de esqui que se proporcionavam em qualquer encosta, o sol foi uma constante, permitindo descobrir no horizonte as belíssimas paisagens da serra.
Tudo combinado para esquecer as complicações do dia-a-dia, e, por umas horas, dar gargalhadas e cambalhotas entre o macio da neve. Quase tão animado como Seia, onde eram tantas as pessoas na rua que houve necessidade de recuar o carro após o estacionamento para que o condutor do veículo ao lado pudesse entrar!
Da Covilhã veio a despedida, e para não alongar demasiado este texto, fica por ora encerrado.
E o comer?

domingo, 9 de dezembro de 2007

O AQUEDUTO.

Este era um projecto há muito pensado e que passou à prática em Novembro de 2004, ainda com a Associação enquanto grupo informal.
O objectivo era criar um boletim. Não só da terra mas também que fosse uma marca da associação. No fundo, algo que interessasse aos bustelenses. O primeiro dilema esbarrou na escolha do nome do boletim. “O Aqueduto” acabou por ser consensual: não só pela imagem de marca que o monumento representa para Bustelo, mas também pelo paralelismo que se tirou das comparações entre os dois (o monumento e o boletim), já que ambos se utilizam como veículo de transporte de bens essenciais à vida: se um levava (e ainda leva) água para sustento das populações, o outro, pretendíamos, levava informação e cultura. Mais apropriado não podia ser. Ponto assente.
Passaríamos à próxima fase. E para dar um ar inovador nada mais interessante que a inclusão de uma entrevista a um conterrâneo em cada edição. Assim se começou a elaborar o boletim, que no primeiro ano saiu com uma periodicidade de 2 meses. Ritmo bastante elevado, o que nos levou a alterar a periodicidade paulatinamente e a colocá-la, neste momento, em publicações chave, de acordo com os acontecimentos que vão ocorrendo.
Ao fim de 4 anos, ainda que ao primeiro correspondam apenas 2 meses, vemos que fomos escrevendo história: a história de Bustelo. Uma actividade para continuar. E em breve…

domingo, 18 de novembro de 2007

Como chegámos aqui...

Este é o blog da Associação Jovens de Bustelo. Para começar, uma apresentação e um breve resumo do que nos move.
A Associação Jovens de Bustelo nasceu da vontade de um conjunto de pessoas em construir um grupo de jovens na freguesia de Bustelo, concelho de Penafiel. Foi em 2004 que a ideia que já tinha anos começou a ganhar forma. Depois das primeiras reuniões, que começaram com oito pessoas, o grupo foi alargando-se e uma participação numa sessão de esclarecimentos pelo IPJ – Porto na Câmara Municipal de Penafiel haveria de impulsionar o carácter definitivo da associação. Até então o objectivo era fomentar na juventude da terra um espírito de entreajuda e promoção de actividades sócio-culturais. Depois, este objectivo ganhou fundações e partiu-se para a legalização da associação.
Um longo período se seguiu até conseguirmos a publicação dos Estatutos em Diário da República e a inscrição no RNAJ (Registo Nacional de Associações Juvenis). Os primeiros corpos gerentes foram empossados em Outubro de 2005.
Actualmente com 29 elementos, a Associação Jovens de Bustelo vem desenvolvendo uma série de actividades de animação e cultura na freguesia, sempre com o mosteiro de Bustelo em pano de fundo.